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terça-feira, 11 de junho de 2019

Esconderijo - Temporada 2 (Web série LGBT)


Olha quem veio tirar as teias de aranha desse blog (hahahahaha); mas o importante é o motivo que me trouxe de volta aqui: Vim falar sobre a segunda temporada de “Esconderijo”, uma Web Serie LGBT, brasileira e independente pela qual sou completamente apaixonada.

Como falei no post sobre a primeira temporada, o enredo gira em torno da história de amor, desencontro e amadurecimento de Malu (interpretada por Mirela Pizani) e Raquel (Tatiana Fernandes).

A segunda temporada estreou em 14 de Junho de 2018, muito maior, em todos os sentidos, dos conflitos ao tamanho do elenco e episódios. E chegou para acabar com todas as estruturas dos fãs. Malu (Mirela Pizani), continua presa ao dilema entre Patricia (Simone Perez) sua ex companheira e Raquel (Tatiana Fernandes), seu grande amor que tinha ido embora e voltou oito anos depois; e quando achamos que ela iria finalmente se resolver... Aparece a ex bailarina Nara (Amanda Doring) para deixar as coisas um pouco mais complicadas

Mas nem só de Malu e Raquel vive esta continuação, depois da inesperada visita de Raquel, Malu resolve sair de seu esconderijo na ilha de Paquetá e volta a viver no Rio de Janeiro; e é a partir dai que os personagens novos são inseridos no rolê.

Temos o Vicente (Interpretado por Adriano DiCarvalho) melhor amigo da Malu (e que se tornou meu segundo personagem favorito da serie, diga-se de passagem), a Ju (Malu Mattar) que é uma personagem maravilhosa e que vive um conflito familiar por causa de sua orientação sexual, a Céu (Ju Ferraz) que também vive um conflito, mas de forma um pouco diferente, e Silvia (Natascha Stransky), que foi carinhosamente apelidada de Raposa Felpuda pelos milhares de fãs da série por ser a rainha das intrigas da turma. Ah, não posso deixar de mencionar as participações mais que especiais dessa temporada: temos a volta de Yasmin Campbell como Aurora; Carlos Carretoni como Jean; e Zelia Duncan como Lia (pois é, a Zélia Duncan)

Esconderijo é escrita e dirigida pela carioca Gabriela DiMello, e co-produzida por duas produtoras de áudio-visual, a Mané Filmes e a 88 Soluções sem apoio algum de governo ou incentivo cultural; para produzir a segunda temporada foi usada exclusivamente uma campanha de financiamento coletivo online, já que o projeto foi muito maior que o anterior. Já falei que sou apaixonada por esse projeto, ? Mas minha admiração não se resume a ele, todos os envolvidos tem todo meu amor e total respeito, pois são profissionais e seres humanos incríveis.

Os episódios nesta temporada foram maiores também, mas continuam extremamente instigantes, emocionantes e ágeis, além de terem ganho uma boa dose de comédia. Enfim, não tem como não se pôr no lugar dos personagens, quem assiste chora, ri e sente tudo com eles a todo momento. Os atores escolhidos para viverem os novos personagens caíram como uma luva, suas interpretações foram primorosas assim como  avia acontecido na temporada anterior.

A terceira temporada já esta garantida, mas para que ela aconteça conforme foi planejada, foi preciso abrir mais uma vez um financiamento coletivo no Catarse, então quem puder ajudar, a hora é agora. Deixarei aqui o trailer para que vocês possam conferir com seus próprios olhos o tamanho da maravilha que é essa serie.

É isso galera. Asta la vista!!

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Esconderijo (Websérie)

Boa noite galera! Eu sumi de novo, eu sei, me perdoem! No começo o motivo era só a falta de ânimo, e depois tive que fazer uma cirurgia grande e fiquei bastante tempo internada. Mas agora tô de volta, não vou prometer aparecer por aqui com frequência, mas vou tentar manter o blog vivo.



Agora, sem mais enrolações, vamos ao motivo do post de hoje: trago para vocês a indicação de uma webserie chamada Esconderijo; de temática LGBT, nacional e totalmente independente, a série é uma co-produção de duas produtoras cariocas, a 88 soluções e a Mané Produções; escrita e dirigida por Gabriela Dimello, com argumento da mesma em parceria com Tatiana Fernandes, que também é uma das protagonistas; além disso, conta com uma equipe fantástica por trás das câmeras.

Seu enredo gira em torno da história de amor, desencontro e amadurecimento de Malu (interpretada por Mirela Pizani) e Raquel (Tatiana Fernandes). O elenco ainda conta com Simone Perez, como Patrícia, e as participações de Humberto Seixas como Zeca e Yasmin Campbell, como Aurora.

Como falei, a série é independente, o que significa que não tem nenhum tipo de ajuda financeira de governo, empresas... Nada; o que torna o trabalho muito mais árduo e ainda mais admirável, pois, mesmo com a grana curta, ele foi realizado com total profissionalismo, amor e respeito, de uma forma perfeita em todos os sentidos. Todos os envolvidos são muito bons no que fazem.

Os episódios são bem curtos, extremamente instigantes e emocionantes, não tem como não se pôr no lugar das personagens, quem assiste chora, ri e sente tudo com eles a todo momento. Os atores escolhidos caíram como uma luva, suas interpretações são primorosas. Minha personagem favorita é a Raquel; em um primeiro momento ela parece ser uma pessoa mimada e egoísta, mas conforme a historia nos vai sendo contada, fica nítido que "o buraco é muito mais embaixo" e é muito mais fácil entender os motivos que a levaram a tomar as decisões que tomou no passado.

Não sei mais o que falar para vocês que possa passar tudo o que essa historia significa para mim; eu amo esse projeto de uma forma tão intensa que até parece que faço parte da equipe (hahaha). A primeira temporada estreou em 17 de Setembro do ano passado, e conta com 8 episódios no YouTube, e mais 8 episódios de Making Of. Vale muito a pena assistir, pois essa é uma história que precisa ser contada e vista, principalmente em nosso país que é ainda tão carente de amor e respeito à comunidade LGBT.

A segunda temporada está prevista para Maio deste ano, e promete muita coisa nova: mais tempo de duração de cada episódio, mais locações, mais personagens... Mas, como se trata de um projeto independente, e infelizmente o governo, o ministério da cultura e a classe política em geral parece está pouco se lixando para a cultura do nosso país, para que ela aconteça, está no ar um financiamento coletivo no Catarse (nem um centavo dessa grana vai pra cachê de nenhum membro da equipe, eu garanto).

Eu estou com o coração na boca para que a segunda temporada estreie logo, pois, além do amor que sinto por esse projeto, acredito totalmente na força que ele tem e ainda terá de ajudar muita gente que  precisa se ver representada. Vou deixar a baixo o link do trailer da série e também do Catarse para quem quiser e puder ajudar, garanto que não vão se arrepender.

Trailer (aqui)
Catarse (aqui)